Navio com mais de 100 pessoas afunda no Amazonas
21 02 2008
Um grave acidente com um navio no Rio Amazonas deixou o país chocado. A embarcação contava com mais de 100 pessoas a bordo, sendo que 16 delas morreram (4 são da mesma família), cerca de 2 ainda podem estar desaparecidas e outras 92 foram encontradas com vida e passam bem.
Entre os mortos estão toda uma família (Lucas da Cruz Nunes, Jocilene de Silva Nunes, Adiel Vitor da Silva Nunes e Lucas da Cruz Jr.), o menino Rogério Silva Caio, de 9 anos, e também Marina Aragão Ribeiro, Genival Soares de Paula, Aline Santos Castro, Maria Antônia Vieira, Rainara Taiane P. Chaves, Ana Lúcia Serrão, Jenifer, Maria do Socorro Silva Leitão, Arlison Felipe Araújo Barbosa, Jocilene Araújo Barbosa, Marina Aragão Ribeiro.
O acidente ocorreu na madrugada de quinta-feira (21/02) por volta das 2h e ainda não se sabe o número exato de pessoas que estavam no barco Almirante Monteiro (estima-se que seja cerca de 110), que saíra de Alenquer no Pará com destino a Manaus.
O barco naufragou após um choque com uma balsa não identificada que navegava em sentido oposto na foz do Paraná da Eva, perto do município de Itacoatiara, que fica a 270km da capital amazonense.
Os resgates de 92 pessoas ocorreram graças a uma outra balsa que estava ali perto a serviço da Polícia Civil do Amazonas. Mergulhadores da Marinha e do Corpo de Bombeiros, que chegaram depois, trabalham para encontrar os que ainda estão desaparecidos.
Investigação
O condutor da balsa que bateu no barco já se apresentou à Polícia Civil. Adejamar Andrade, de 49 anos, compareceu na presença de seu advogado e alegou que não houve negligência na navegação e que não sabia do naufrágio, pois ouvira o motor do barco funcionando após a colisão.
De acordo com Raimundo Martins, 53, comandante do “Almirante Monteiro”, Andrade havia se aproximado de seu barco com a luz da cabine apagada, o que dificultou a comunicação entre as embarcações. Ele disse ainda que a balsa vinha em sentido contrário e tentou fazer contato com ela, mas não obteve resposta.
No domingo (24/02) a embarcação começou a ser retirada da água em uma operação que deve terminar somente amanhã.
A Marinha abriu inquérito para investigar o desastre e informou que o “Almirante Monteiro” estava regular e era normalmente usado para transporte, sendo que sua capacidade era de 165 pessoas, ou seja, maior do que as pessoas a bordo no momento. Isso descarta a hipótese de super-lotação.
O inquérito que investigará o caso tem prazo de 90 dias para ser concluído, mas poderá ser prorrogado por um ano.
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é o meio de trasporte mais perigoso que existe lá no amazonas…
os barcos e navios ficam sempre superlotados…
falta de responsabilidade do pessoal de lá…
gente morre por irresponsabilidade dos outros…
um abraço aí!
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O que tem na fórmula do refrigerante que mais vicia pessoas no mundo(inclusive eu)?
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olha eu axo isso um absurdo
um monte de gente morrer assim
por culpa de um cabra q estava namorando em vez de
estar prestando atenção em seu trabalho!
eu qria saber mais assuntos sobre o menino Rogerio!